A Santa Paciência

publicado em 05 fevereiro de 2018 • Mônica Soares

“Onde não há paciência não pode existir sabedoria”. A frase é de Santo Agostinho, e ele nos ensina ainda mais: “O homem impaciente não tolera a dor, mas tampouco se liberta dela, pois tudo o que ele faz é incorrer em um sofrimento ainda maior. Já o homem paciente prefere suportar o mal sem cometê-lo. Em vez de cometê-lo, sem suportá-lo; e assim sua paciência torna mais leve o que a impaciência tornaria mais pesado.”

O escritor Charles Dickens também deixou uma frase genial sobre a paciência: “Possua um coração que nunca endurece, um temperamento que nunca pressiona e um coração que nunca magoa.”

O Filósofo Jean Paul Sartre anotou assim: “Não importa o que fizeram de ti. Importa o que fizeste do que fizeram de ti”.

E Léon Denis completa esse raciocínio de forma esplendorosa: “Homem, meu irmão, aprende a sofrer, porque a dor é santa! Ela é o mais nobre agente da perfeição. Penetrante e fecunda, é indispensável à vida de todo aquele que não quer ficar petrificado no egoísmo e na indiferença. É uma verdade filosófica: ‘Deus envia o sofrimento àqueles à quem ama’… Aprende a sofrer… Esforça-te por seres a teu turno um exemplo para os outros; por tua atitude na dor; pelo modo voluntário e corajoso por que a aceites; por tua confiança no futuro, torna-a mais aceitável aos olhos dos outros… Numa palavra, faze a dor mais bela!”

 

Leia o artigo na íntegra na Revista Celd de fevereiro de 2018

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